Patricia Lages Análise: a criação dos “Theybies” e o fim de menino e menina

Análise: a criação dos “Theybies” e o fim de menino e menina

Movimento nos EUA propõe que os bebês não sejam mais chamados de “babies” até que eles escolham se querem ser menino ou menina

Reprodução

“Os pais não vão fingir que não sabem o gênero do bebê, mas não vão mais colocar ‘rótulos’ neles, e sim deixá-los decidirem seu gênero, o que vai acontecer quando eles completarem 4 anos de idade.”

Essa fala é de Cathy Areu, jornalista americana e apoiadora do conceito “gender-neutral” (neutralidade de gênero), em entrevista ao programa Tucker Carlson Tonight, da Fox News, nos Estados Unidos.

O novo movimento propõe que as crianças de zero a 4 anos não sejam mais chamadas de meninos ou meninas. Os pais que aderirem a essa invenção não poderão chamar seus filhos de “he” (ele) se forem meninos e nem de “she” (ela) se forem meninas, mas sim de “they” e “them” que, em inglês é um termo que não indica gênero, podendo ser usado para eles ou elas.

Enquanto bebês, os filhos deverão ser chamados de “theybies” e não mais “babies”. Além disso, os pais não poderão usar adjetivos femininos para as meninas, como “princesinha”, nem masculinos para os meninos, como “tigrão”, afinal, segundo essa nova concepção, isso seria “impor o gênero” exercendo uma “pressão externa” sobre quem a criança é.

O movimento ignora completamente questões naturais e diferenças biológicas ou anatômicas, classificando-as como “minoritárias”. Para o “gender-neutral” o que importa é o que a criança decidir assim que completar 4 anos de vida.

Resta saber com base em que experiência de vida e sobre qual nível de conhecimento uma criança de 4 anos vai decidir sobre seu próprio gênero...

Particularmente, tenho a impressão de que, cada vez mais, as pessoas tentam viver alheias à realidade, criando um mundo paralelo onde elas próprias querem definir o que é verdade e o que não.

Essa tentativa de criar uma realidade virtual já vem acontecendo há muito tempo, mas de forma bem sutil, quando, por exemplo, as pessoas passaram a dizer coisas como “a minha verdade é diferente da sua”.

É claro que há coisas que cada pessoa interpreta segundo o seu ponto de vista, mas isso se refere a opiniões e não à realidade em si. O céu é e sempre foi azul e jamais haverá verdade em dizer que ele é vermelho...

A natureza é como é, mas aparentemente há quem esteja disposto a viver em uma bolha, um local separado do mundo real, tentando criar sua própria “verdade” e viver suas fantasias. Pior que isso só o fato de que essas pessoas querem convencer a sociedade de que suas fantasias são, na “verdade deles”, a descoberta da fórmula da vida perfeita. 

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