Casa e Decoração Mãe de bigode! Quem nunca levou jato de xixi não sabe o que é trocar uma fralda

Mãe de bigode! Quem nunca levou jato de xixi não sabe o que é trocar uma fralda

Os bebês viram verdadeiras armas quanto se sentem livres

Mãe de bigode! Quem nunca levou jato de xixi não sabe o que é trocar uma fralda

A hora do trocador é sempre uma emoção para os pais

A hora do trocador é sempre uma emoção para os pais

Arquivo pessoal

Sempre que pensava em bebês, nunca vinha a minha mente o “perigo” que eles representavam quando estão sem fraldas. Os pequeninos viram verdadeiras armas e coitado de quem estiver no meio do caminho.

Como sou pai de menina, a coisa é um pouco mais tranquila. Catarina não faz xixi com potencial de acertar minha cara. Mas conheço várias vítimas dos jatos de bebês homens. A coisa vem como um chafariz. Para quem toma na cara, talvez não seja tão divertido. Ouvir as histórias, no entanto, é sempre diversão garantida.

Já levei xixi da Catarina duas vezes, sempre durante a troca. O mais irônico é que em ambas as vezes ela me esperou terminar o serviço para se aliviar. Quando tudo o que falta é colocar a fralda limpa, ela te presenteia com um “comece tudo novamente”.

Devo dizer que quem levou a pior sempre foi ela. Na tentativa de conter o jato, Catarina acabou banhada em xixi. O mais engraçado é ver que, mesmo diante de meu desespero, ela é capaz de abrir um sorriso satisfeito e debochado.

Mas já me liguei na jogada dela. Sempre que está chorando no trocador e para de uma hora para outra, não significa que alguma das minhas técnicas de contenção de berreiro deu certo, mas que lá vem bomba!

Antes que me perguntem: já fui vítima de outro jato de Catarina. Esses são mais complicados de lidar. Até porque, os bebês adoram mexer as perninhas sem parar. Apenas imaginem a dificuldade e livrá-los de encostar no cocô.

Está certo, as mães lidam de forma muito mais fácil com esses acidentes. Mas isso é porque elas têm uma experiência muito maior na troca de fraldas, são capazes de fazê-la de forma mais rápida e, muito provavelmente, são menos bobas do que nós, pais.

Aliás, já que o assunto está escatológico, devo confessar que sempre me divirto com os puns da Catarina. É impressionante o quanto que os bebês, seres tão pequenos, são capazes de fazer. São mais potentes que os adultos. E eles fazem isso com uma satisfação incrível.

Queria entender em que momento, algo tão natural e comum a todos os seres humanos, passa a ser tratado como algo socialmente inadequado. Catarina tem muito a ensinar para a humanidade!

(*) Thiago Calil é editor do canal Casa e Família do R7 e pai, de primeira viagem, da Catarina.

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