Casa e Decoração Madrasta também tem que ganhar presente no Dia das Mães? Veja dicas de consultora

Madrasta também tem que ganhar presente no Dia das Mães? Veja dicas de consultora

Descubra qual a etiqueta recomendada às famílias na hora de comemorar a data

Madrasta também tem que ganhar presente no Dia das Mães? Veja dicas de consultora

Angelina Jolie em "Malévola", a madrasta mais famosa da ficção

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Divulgação

O dia das mães está chegando. Você já sabe o que vai dar de presente? E para sua madrasta? Sim, porque, segundo a consultora de comportamento Sofia Rossi, a segunda mulher do pai também tem direito a ganhar uma recordação nesta data comemorativa, especialmente se ela e a criança tiverem uma boa relação, convivendo com frequência.

— É interessante o pai levar o filho a uma loja e, juntos, escolherem o presente. Mas é bom deixar claro para a criança que ela só tem uma mãe na vida, que a madrasta não é a mãe dela, e que ninguém substitui ninguém.

A consultora sugere que a dinâmica da família seja reforçada principalmente para evitar situações desconfortáveis entre a mãe e a nova mulher do pai. Para Sofia, a honestidade é sempre a melhor jogada.

— Recomendo que tudo seja aberto e que se fale sempre a verdade. Se a relação entre a mãe e a madrasta for ruim, dá até para considerar esconder da mãe que a nova mulher também recebeu um presente, mas isso de uma certa maneira estará ensinando a criança que mentir é aceitável, o que não é bom.

Ela completa ensinando que, como cada pessoa é diferente da outra, o ideal é escolher presentes também diversos.

“Mas nada de lembrancinhas”, alerta Sofia.

— As pessoas têm a tendência a dizer “comprei uma lembrancinha para você”, sendo que isso não existe. É presente, mesmo que tenha sido comprado na loja de R$ 1,99. A pessoa foi lá, se preocupou, comprou. Não se deve medir sentimentos pelo valor do presente.

Mas, e quando a mãe da criança é falecida, será que as regras de etiqueta são diferentes?

Sofia explica que, neste caso, a questão mais delicada é evitar que os filhos sofram qualquer tipo de trauma. Na escola, a sugestão é deixar a cargo da própria criança se o presente feito em classe será entregue à madrasta ou a qualquer outra figura feminina de sua preferência, como uma avó ou madrinha.

E, em situações sociais comuns às datas comemorativas, como nos almoços em restaurantes, por exemplo, é bom se preparar para ter jogo de cintura. Afinal, pode acontecer de a madrasta ser confundida com a mãe, causando uma certa saia justa.

— Infelizmente muitos profissionais não tem a sensibilidade de não falar indelicadezas, algo como “Não vai dar uma rosa para a mamãe?”. Um garçom não pode falar isso, um motorista não pode. A gente não sabe quem é aquela pessoa ali ao lado. A postura tem que ser discreta, não pode se envolver.

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